Ficha de personagem – DIREN GREY

Diren Grey – arte por Rod Reis

Conheça DIREN GREY um dos personagens do livro O Baronato de Shoah – A canção do Silêncio.

(you can saw this article in English clicking here)

Nome: Diren Grey
Local de Nascimento: Kierkgarrd
Data de Nascimento: 16 / Tammuz / 187 D.M ( Depois do Messias)
Altura: 1,60m
Peso: 55kg
Olhos: mostarda
Cabelos: Cinza
Tipo Sanguíneo: AB positivo
Passatempo: caçar pequenos animais
Comida Favorita: Bacon
Esporte Favorito: corrida
O que mais valoriza: amigos
O que mais odeia: felinos
Estilo de Luta: Shemini Atzeret – estilo de luta baseado na conexão do guerreiro com seu próprio espírito

Histórico:
Diren nasceu em uma família selvagem que tem pouco contato com a civilização, por isso teve muita dificuldade em se adaptar a vida na cidade. Quando enviado para o Cenóbio de Ahator ele aprende, por meio de seus companheiros, a lidar melhor com seus instintos e às vezes colocar a razão acima deles.
Porém, Diren sempre tem muita dificuldade nas aulas e naquilo que lhe exige conhecimento científico, sendo um péssimo aluno em aulas teóricas, mas excelente em aulas práticas. O que lhe rende discussões acaloradas com Kadriatus e a compaixão dos colegas.
Diren tem a aparência geral de um lobo-homem que aprendeu a andar em duas pernas.
Curiosidades:
Diren foi um daqueles personagens que simplesmente “nasceu” para o livro, e um dos poucos que não mudou desde sua primeira versão. Na verdade, inicialmente ele não portava armas, mas acabou ganhando duas “machetes” nas revisões do Baronato de Shoah. Seus nomes? Ímpeto e Tempestade.

Seu nome é uma referência à banda de J-rock “Dir en Grey”.


Panic At The Disco: “The Ballad Of Mona Lisa” (Videoclip)

Mais um videoclipe bem legal com influências Steampunk. Dá uma conferida!

 

 


Skyrim Age

Um mashup MUITO legal da música de Skyrim com o trailer de DRagon Age

 

 


On tale for love, one book for eternity!

Hey Steamers! How do you do?

I´m fine, thanks for te visits and thanks to believe in “The Barony of Shoah“.

Do you know that I wrote this book ” The Barony of Shoah” to my girlfriend Mayara? She is on twitter too, like @mayidea and you can follow her :)

But she´s gone! Yes, she is studying in Toronto, and I´m in Brazil waiting for her. It´s sad? Yes, a lot of, but I hope in love and we are planing to marry :) (but it´s secret, don´t tell her!!)

Okay, it´s a good plan, but I miss her EVERY DAY OF MY LIFE! EVERY MOMENT OF MY DAYS!

And I´m working in my books to visit her and

ask her to marry me! Actually I´m translating my book too “The Barony of Shoah – song of silence“.

Yes, I know, it´s crazy, but I need to found her, I need to touch her again and hug her and ask “Mayara, marry me?”

And I know that the answer will be “YES”. IHOPE in my girlfriend! (The picture prove my theory, she send´s me today when she was in Centre Island Beach)

But, how can you help me? It´s simple: I´m seeling my tale “The Barony of Shoah – SEOLFERWULF” on Amazon and all money that I got with my work I´ll use to visit her! I´m trying to turn a dream in reality!

So, can you help me to realize this dream? My tale it´s just U$0,99 !

You can copy and paste this post in your blog and share on twitter and facebook! Believe in my work and in my cause! I just fighting for my love! Leave a comment or talk with me on twitter @baronyofshoah !


The Barony of Shoah – Kabalah

Did you read “The Barony of Shoah – Seolferwulf” ? It´s the firs tale of the book “The Barony of Shoah – the song of silence” my steampunk novel, that I´m translating just now.

Curious about the special army, the Kabalah? This is the firs post about this powerful army.

But, what is the Kabalah? The Kabalah is the elite of the army of the Fifith Empire, the greatest nation of Nordara, the fantastic world of the book. Comming soon I will post here the map of the world.

The Kabalah is composed by 10 divisions, called “sephirah (singular) or “sephiroth” (plural). Each one has special abilitie.

Above, check in the image the ten “sephiroth” that compose it.

Kether – the emperor of the Fifth Empire.

Mashiyrra – the chosen one, the saint warriors.

Kohanim – the priests, protectors of the faith.

Nabiyim - the Prophets, can see the future.

Lôrrem - the infantryman, war masters, the elite inside elite.

Nookam - the judges, the law.

Yoresh - the spies, the scouts.

Kiy - the guardians of the king.

Arur - the dammed, the human-monsters.

Da’ Ath – the scientists, the creative minds of the Fifth Empire.

Comming soon the description of each one!


Literatura por uma causa: amor. (compartilhe!)

Literatura, amores e uma dose de esperança.
Todos que leram o Baronato de Shoah sabem que o motivo de sua existência é o amor. Ele surgiu quando minha namorada me pediu um poema, e eu, ao invés de escrevê-lo, acabei com dois contos em mãos.
O tempo passou, o Baronato de Shoah foi copidescado, revisado, editado e, por fim, publicado. Acho que vocês já viram as fotos lá no meu perfil do Facebook, né? Podem dar uma olhada na pasta Baronato de Shoah .. pode ir lá olhar.. eu espero…
Legal né?
Eu nunca imaginei que as pessoas iam gostar tanto do livro ou que dos 2 livros que eu tinha planejado, ele fugiria para 5 livros e alguns contos. No começo sempre pensei que passaria para outros trabalhos e o Baronato ficaria como minha obra de estreia. Eu também achava que ele venderia bem o suficiente para eu comprar uma mansão com piscina e um Camaro e um X-box.
Só que neste último ano eu percebi que existem coisas que não podem ser compradas: o motivo do Baronato – o amor – é um deles.
Agora a parte tocante: minha namorada foi fazer intercâmbio no Canadá e só volta lá pra setembro de 2013 (ai me coraçãozinho!) e eu.. bom, eu fiquei por aqui.
Mas eu não quero mais um Camaro, nem mansão com piscina (o Xbox eu já consegui,  ) .. o que eu quero é poder ficar ao lado da minha namorada neste ano e poder dar continuidade ao Baronato de Shoah, enquanto estudo e aplico novos conhecimentos à minha escrita.
E é aí que você entra, prezado leitor. Como? Basta compartilhar esta mensagem com o maior número de pessoas, mostrar a elas que o meu livro é bom (se você já leu) e que o que vale aqui não é dinheiro, mas a esperança de um casal em se reunir novamente e poder passar 1 ano de sua vida morando juntos e na felicidade plena.
O motivo do Baronato de Shoah é o amor. É o que me dá esperança na literatura e me faz querer trabalhar melhor e investir na minha obra, para dar a vocês um mundo de fantasia e aventura do qual jamais se esquecerão.
Um livro. Um sentimento. Um destino.

Gostou? Você pode ler o primeiro capítulo AQUI

O livro está disponível nas maiores livrarias do país! Você também pode adquirir o CONTO – SEOLFERWULF por apenas U$0,99 na amazon!

NA LIVRARIA SARAIVA OU EM VERSÃO EBOOK

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GATO SABIDO EBOOK

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O Baronato de Shoah – a origem

Praticamente em todas as entrevistas que me são enviadas há, pelo menos, uma pergunte que se repete: Como surgiu a ideia do Baronato?
Eu sempre tento mudar um pouco a resposta, mas ela possui a mesma essência, a mesma base, que é uma história de amizade que se tornou amor. Pois é, to romântico, joguem as pedras.
Nada de pedras? Ok.
Quando eu estava na faculdade eu costumava mandar uns poemas pra Mayara, que na época era minha colega de sala / amiga. Depois que a gente passou na namorar, esses poemas permaneceram, mais ou menos, com a mesma frequência. Até uns 6 meses, acho.
Aí, passou o tempo, e eu parei de enviar este poemas. Acho que era falta de tempo, ou inspiração, sei lá. O fato é, que em uma noite de insônia, ela veio me pedir um poema exclusivo, algo que fosse só para ela. Eu passei o resto da noite tentando escrever a porcaria do poema, mas a única coisa que saiu foi um conto de um soldado que chegava em uma cidade abandonada e encontrava um cocheiro-fantasma (se você leu o Baronato, você está falando “Hey, eu vi isso!”
Já explico. Prometo.
Na noite seguinte avisei para ela que não consegui escrever o poema, então depois que ela foi dormir eu tentei de novo e acabei escrevendo OUTRO conto… sobre um cara que procurava um “homem com olhos esmeralda” e chegava numa cidade petrificada e enfrentava uma medusa steampunk.
Eu sei, VOCÊ leitor do Baronato já viu isso.
O que houve? O tal poema NUNCA apareceu, na verdade, eu só o escrevi faz uns 20 dias, depois que minha namorada foi fazer intercâmbio.
Mas nasceu outra coisa dessa bagunça, eu percebi que os dois contos poderiam ser “colados” e usados como uma história maior. Eu recortei partes, tirei outras, mudei muita coisa (no início, o inimigo principal se chamava HADES e era uma espécie de “fábrica viva” que produzia monstros…isso virou uma ideia pro livro 4 do Baronato).
Com o passar do tempo o Baronato de Shoah cresceu, revisei partes, criei coisas, tirei MUITAS e, numa noite que a Mayara veio dormir na minha casa a gente passou a noite conversando sobre Nordara e roteirizamos os QUATRO livros em uma noite (eu sei o que vocês estão pensando…:P )
A parte legal disso é que muitos erros ou problemas de escrita foram sanados ANTES dos livros serem escritos. Então, quando eu comecei o livro 2 – A Máquina do Mundo – o processo todo foi MUITO mais tranquilo, por que era só ajustar algumas coisas, alterar outras e BLAM! O livro tava pronto.
Essa é a origem do “Baronato de Shoah”. Espero que tenham gostado.
E a dedicatória, agora, faz todo sentido, né?

PARA MAYARA,
A VERDADEIRA MAYA,
VOCÊ ME PEDIU UM POEMA
EU TE DOU UM MUNDO.


The Barony of Shoah – Seolferwulf

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Seolferwulf- a spin-off tale from the brazilian steampunk novel “The Barony of Shoah” coming soon avaiable on Amazon and Apple Store!

1. Drömma


Feeble, the sunrays sprang amid the clouds and vanished before touching the ground. A thick layer of fog arose in the mountains and formed rings around the peaks, snaking its way among the trees and cascading down the mountain range.
The forest would spread over the slopes, creating a labyrinth of tall trees and dense shadows in the snow. Inside it, the imperceptible circle of rocks. Nearly twenty meters of radius, formed by assorted rocks – some of them nonexistent in the area – only came to confirm the theory that the site had been created by someone else, and not by Nature throughout time.

The circle kept, nevertheless, an oneiric aura that brought peace to whomever approached it. All around it, the forest was more lively, exhaling a strong scent of virgin forest. The air, lighter; the animals, sharp and strong. The turf an emerald carpet, moist due to the weather.

Dante Wadencliff - the airship pirate

Dante Wadencliff – the airship pirate

Do you want to see more? Click here!


O Baronato de Shoah – A máquina do mundo – capt 13

Personagens devem crescer de um livro para o outro. Matemática simples, pessoas de verdade evoluem, então, pessoas fictícias também devem evoluir de alguma forma. Né?

Depois do Baronato de Shoah – A Canção do Silêncio, pensei em muitas formas de evoluir cada um dos meus personagens. Sehn e Maya, Kadriatus e Nadja, Diren, Phonikes, Dante e até meus vilões (surpresas, surpresas!). O fato é que nestes últimos meses de aprendizado eu aprendi alguns truques narrativos bacanas e depois de terminar um trecho do livro semana passada gostaria de dividi-lo com vocês.

O que é este trecho? Nosso amigo, Diren Grey, descobrindo o amor ;)

Confira abaixo um trecho do capítulo 13 – “Derrota”

Dica: essa foi a música que me inspirou, ouça-a enquanto lê.

 

* * *

- Você sabe dançar? – a pergunta repentina desarmou Diren, que desacreditou nas palavras de Stephanye até vê-la sorrir e esticar a mão. Gostava daquele atrevimento da garota e da pose desafiadora que ela sempre mantinha.

- Nhá-não – respondeu, aceitando. Seus dedos se entrelaçaram enquanto passos tímidos os aproximaram. Sentiam o coração um do outro, batendo cada vez mais fortes.

Stephanye apoiou a cabeça em seu ombro esquerdo. Era pouca coisa mais alta que ele, mas não se importava. Havia algo diferente naquele casal, uma força que crescera em apenas um dia e se tornara amor. Era como ver Sehn e Maya, Kadriatus e Nadja, um sentimento avassalador transpassava cada um de seus gestos.

Ele recuou o pé, ela avançou. Moveram-se com rapidez, rodando e circulando o boneco de neve. As garras ferinas dele tomando cuidado para não machucar a pele delicada dela. A respiração acelerada, pequenas nuvens de vapor separando suas bocas.

Um gramofone ligou perto deles. O silêncio na praça era tamanho que a música a espalhou rápido. Diren parou, sussurrou algo no ouvido da morena, ela assentiu, trocaram as mãos de posição, ele conduzia, o corpo dela acompanhava com sincronia.

Diren gostou da sensação, os instintos guiavam. Mão na cintura, outra pouco erguida. O coração dela acelerado, o dele retomando o controle. A neve caía discreta ao seu redor, pegadas tracejavam sua dança. O vapor diminuindo.

Ele a puxou para si, desejando que aquele momento nunca terminasse. Era assim que Kadriatus se sentia? Perder Stephanye era inconcebível, sua mente jamais suportaria. Apertou sua mão com firmeza, mas não com força. Os corpos tremeram, as marcas dos pés na neve se confundiram quando repetiram os passos. O vapor apenas uma linha.

Ousado, Diren empurrou a yoresh e soltou a mão direita, prendendo-a com a esquerda. Ela arregalou os olhos, achando que cairia na neve. Mas ele a segurou com delicadeza e aproximou o rosto do seu.

- Amo’cê – ronronou.

- Eu também – ela ergueu a mão, segurando seu ombro enquanto seus lábios se aproximavam. Não havia mais vapor.


Sangue Latino – Eduardo Galeano

Sendo direto: pessoal da pós passou isso aqui em uma aula. O escritor e jornalista Eduardo Galeano (autor de As veias abertas da américa latina) falando sobre a vida, sua cidade, Montevidéu e a morte de seu cachorro.

Se você quiser continuar a conversar comigo, assista.

Se você quer ser alguém na vida, assista.

Se você não assistir, é um direito ilanienável de liberdade seu. Não posso te obrigar a nada.

 

Bom dia.

 


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