A @editoradraco e eu no Anime Friends 2016!

No dia 09 de Julho estarei no Stand da Editora Draco autografando O BARONATO DE SHOAH e conversando com os leitores!

Passa lá pra dar um oi, conhecer o catálogo da editora, dividir seu mupy comigo ou fingir que eu sou famoso! A gente até tira foto junto!

 

Além disso, a Editora Draco manda avisar!

 

É com muita felicidade que anunciamos: estaremos mais um ano na Anime Friends com estande e palestras sobre mangás, quadrinhos e literatura. E com muitos lançamentos incríveis para o público que curte cultura pop japonesa.

Além disso, todas as compras acima de R$ 80,00 em nosso estande levam ingressos para a Bienal de SP. É isso mesmo, comprou, leva na hora. Confira!

O evento acontece das 11h00 às 20h00, nos dias 08, 09, 10, 15, 16 e 17 de julho, no Campo de Marte – Avenida Santos Dumont, 2241 – Santana – SP (Próximo ao metrô Santana).
O evento

O Anime Friends acontece uma vez por ano desde 2003 e é o maior evento de entretenimento pop da América Latina.

Seu foco principal é a cultura japonesa e, diferente dos outros eventos convencionais da mesma temática, o Anime Friends renovou o segmento no mercado nacional criando atrações inovadoras como o Super Friends Spirits (show internacional com cantores japoneses de famosos temas de animações e seriados japoneses).

Dentre as atrações, também podemos destacar as apresentações de Cosplay, o Animekê e o Auditório Brasil Comic Con, com campeonatos e apresentação dos consoles de última geração, entre outras.

E nós estaremos lá com a nossa tradicional Loja do Dragão, com livros com descontos e catálogo completo à disposição — e sim, aceitaremos cartão de crédito e débito!
Palestra
Dia 09 de julho – 17h – Auditório BCC

Nesta edição do Anime Friends, os editores Erick Sama e Raphael Fernandes, junto com os autores Kaji Pato, Alessio Esteves e Jun Sujiyama, darão uma palestra revelando os lançamentos do segundo semestre e seus planos para o site de mangás gratuitos Dracomics (www.dracomics.com).

O Baronato de Shoah de graça?

 

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O Baronato de Shoah – A Canção do Silêncio

Desde a sua publicação em 2011, a saga steampunk O Baronato de Shoah teve dois romances e cinco contos, que fizeram parte do catálogo da Editora Draco e seu selo “Contos do Dragão”.

Primeiramente os contos serviam para impulsionar o universo do livro, dar ao leitor uma amplitude do universo e coloca-lo a par de eventos que acontecem em simultâneo aos romances. Em resumo, os contos seriam como aqueles extras dos jogos de videogame (os dlc). Os contos foram publicados na Amazon e podiam ser adquiridos pela quantia média de R2,99 (mais algumas taxas).

O tempo passou, alguns dos contos atingiram o primeiro lugar do ranking de fantasia (Seoferwulf e O Monge), outros acabaram vendendo pouco  e nós, como editores, sentimos que poderíamos fazer mais pelos leitores e pela obra.

Após um bom tempo de conversa, chegamos à conclusão que seria possível utilizar estes contos para a divulgação dos romances, como uma forma de presentear os leitores que já eram fãs dos livros, mas não tinham muitos meios de ler os romances. Ao mesmo tempo, queríamos atrair novos leitores para Nordara e  empolga-los com a saga.

Foi aí que surgiu o Wattpad.

Para quem não conhece o Wattpad é uma rede social de escritores e leitores, onde as pessoas postam suas histórias, recebem votos e comentários e entram para rankings. A ideia geral é muito boa e ela tem atingido bons resultados Brasil afora (por aqui ainda temos uma rixa idiota entre leitura digital VS leitura tradicional, como se isso fosse motivo de orgulho!).

Sério, eu já vi EDITOR comemorando O FRACASSO DOS E-BOOKS! MEU DEUS, GENTE DO CÉU, O QUE VOCÊS TEM NA CABEÇA!:???!

Voltando ao assunto.

Atualmente, além de O Baronato de Shoah, eu tenho um romance de super-herois (sem editora) e um projeto que estou tentando levar adiante (projeto secreto que eu chamo de “vermelho”), mas além destes livros eu também cuido da conta de Twitter @WattpadBrazil: para juntar o útil ao agradável, resolvi investir um pouco mais na plataforma.

Lembra que eu falei, ali em cima, que conversamos sobre usar os contos como material de divulgação?

Pois é.

Após horas de conversa e pesar na balança, resolvemos que era hora de disponibilizar TODOS os contos já publicados (e alguns que serão publicados) da saga O BARONATO DE SHOAH lá no Wattpad para leitura gratuita dos nossos fãs. Seria uma ação da Editora Draco visando angariar mais fãs para as obras e mostrar que, sim, nós podemos fazer material nacional de qualidade e acessível.

Disponibilizar os contos não foi, somente, uma ação de marketing, mas uma demonstração de respeito para com os leitores. Nós queríamos compartilhar estas histórias com vocês, torna-las acessíveis de alguma forma e sem cobrar diretamente de cada um.

“Mas, Zero, eu queria te dar algo em troca por estas histórias!”

Certo, pequeno gafanhoto, sabe o que você pode me dar em troca delas? Votos e comentários.

Lembra que eu falei dos rankings do Wattpad? Pois bem, histórias que recebem votos e comentários SOBEM no ranking, então é isso que eu preciso que vocês façam (além de comprar os romances, né?). Quanto mais votos eu tiver (compartilhamentos e comentários contam muito, viu amiguinhos?), mais subo no ranking; e isso dá aquele ânimo para continuar escrevendo e disponibilizando outras histórias.

Não esqueça dos romances, sempre em promoção, seus lindos.

Tá, zero, entendi o recado. Mas tem uma sequência para ler as histórias?

Tem sim, steamer!

Eu postei os dois contos mais importantes completos no Wattpad logo de cara, por que eles, basicamente, são parte do primeiro romance. Quando eles atingirem um bom nível de visualizações eu disponibilizo todos os trechos dos outros, ok? (vote, compartilhe, comente, fale para o vovô e para a vovó!).

 

O primeiro conto que você deve ler é o SEOLFERWULF, que conta a história do personagem Diren Gray e de seus pais, Ashcar e Dhalgren Seolferwulf.

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O segundo conto que você deveria ler é O MONGE , publicado originalmente na Coletânea Fantasias Urbanas, organizada pelo Eric Novello. Este conto se passa no meio do primeiro Baronato de Shoah, logo após o capítulo “A Casa dos Caçadores” (se você leu o livro, sabe do que eu estou falando!, se não leu… bom… lembra o que eu falei sobre ler tudo? Tá, parei com o jabá descarado…).

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Eu espero que vocês se divirtam lendo estas histórias da mesma forma que eu me diverti escrevendo. Sério, venham comentar, criticar, pedir mais. Isso faz MUITO bem para um autor.

Steamers do mundo, uni-vos!

Netflix terá filme steampunk em seu catálogo!

Netflix terá uma série steampunk!

Aproveitando o bom momento do movimento Steampunk, a Netflix apostará no gênero com um filme baseado no livro de Richard Morgan.

 

Pois é, steamers, a Netflix conseguiu mais uma vez!

Recentemente ela anunciou que produzirá um filme baseado no livro de Richard Morgan, intitulado “ARQ” (sem tradução no Brasil, editoras, atentai!).

ARQ é um thriller pós-apocalíptico em um futuro próximo onde o suprimento de óleo acabou. Cercado em sua casa por uma gangue de mascarados, um engenheiro deve proteger a tecnologia que pode fornecer energia ilimitada à raça humana e terminar as guerras por combustível que estão consumindo o mundo.

O único problema é que a tecnologia criou um loop temporal que condena a ele e seus amigos a reviverem o mesmo dia sempre e sempre.

 

Ficou curioso? Eu também, afinal, me lembrou um dos últimos discos do Abney Parke e eu finalmente vou ter a chance de assistir mais obras steampunk por aí.

 

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Você se vê nos seus herois?

Eu não me vejo em meus herois!

 

Eu acho que este é um texto sobre representatividade e sobre como não ter personagens afro em jogos de videogame e animes afeta a vida da gente. Mas eu também acho que esse é um texto leve e um pequeno desabafo sobre como nós, escritores, por pequenos que somos, quando comparados à grande mídia, somos importantes e devemos influenciar o mundo ao nosso redor.

 

Eu sou fã confesso da série Final Fantasy de jogos de videogame.

Devo ter passado a adolescência inteira na frente do meu velho Super Nintendo e do meu Playstation chegando ao final de praticamente todos os jogos da série. Assim como muitos de vocês, eu me emocionei com a Opera House de Final Fantasy 6, ou com a Morte de Aeris em Final Fantasy 7 e até mesmo me revoltei com Cecil lutando contra o império maligno em Final Fantasy 4 (era esse? Nunca lembro as numerações E.U.A X Japão).

Mas hoje em dia há um ponto que me incomoda um pouco nos Final Fantasy mais antigos, apesar de toda pluralidade cultural dos jogos e da narrativa maravilhosa.

Eu nunca consegui fazer um cosplay de personagem de Final Fantasy.

maxresdefaultAcho que foi só no Final Fantasy 7 que eu vi alguma mudança no padrão dos personagens, quando o Barret Wallace apareceu. Mas em todos seus antecessores os personagens principais são um tipo europeu ou asiático. E isso era chato, por que eu queria fazer cosplay também, eu queria ser um Cloud ou um Sephiroth ou um Locke e até mesmo Kefka! Puxando da memória, acho que Final Fantasy tem apenas dois personagens afrodescendentes em suas fileiras, certo? Barret Wallace e Sazh Katzroy de Final Fantasy 13 ( que eu só joguei o comecinho.. desculpa…). Lembrando: há um número mais ou menos igualitário entre protagonistas homens e mulheres, mas não há qualquer mulher negra em Final Fantasy e, muito menos, uma protagonista.

Eu podia fazer um discurso sobre igualdade, liberdade e fraternidade entre os povos e dizer que japoneses são racistas e não toleram negros em seus jogos e animações. Mas eu tenho um monte de amigos japoneses no Brasil e de quando eu morei no Canadá e posso dizer que eles são um povo amável, respeitoso e centrado.

Então, qual o problema?

Para o japonês é muito difícil ter contato com os povos afro, não é como no Brasil, que nós temos uma mistura intensa entre povos e culturas (o Brasil é o único lugar na Via Láctea que você acha um coreano chamado Diego ou uma chinesa chamada Aline). A gente tem que lembrar em como a cultura asiática é fechada e em como alguns deles nem entendem direito o conceito de racismo. Eu já ouvi de japoneses a seguinte frase “Ah, não tem negro nos animes/ jogos por que não tem japonês negro”.

Isso dito sem nenhuma maldade, sem nenhum toque de racismo e com toda aquela inocência que os asiáticos carregam quando falam do assunto. Existem japoneses racistas? Existem sim, assim como em todos os outros povos do mundo, mas não é deles que estou falando, ok?barret_wallace

Existe, é claro, o termo Hāfu, um termo japonês para alguém que é birracial, descendente de japonês com outra etnia. Não é a mesma coisa que o gayjin, que tem uma conotação mais pejorativa de estrangeiro. O Hāfu, se a gente fizer um paralelo, é como o meio-elfo de Dungeons & Dragons.

Os Hāfu têm ganhando muito destaque na sociedade nos últimos anos por causa da cultura pop, onde são representados por cantores, dançarinos, esportistas e até mesmo no governo, como a ministra da saúde, Masa Nakayama (filha de americano com japonesa) ou o cantor Ne-yo, que é neto de chineses (por parte de pai).

Isso é legal de ouvir, por que abre as portas para uma cultura que até pouco tempo atrás tinha erguido muralhas ao redor de seu povo e impedido qualquer influência externa em suas crenças. Talvez, com a chegada dos Hāfu no mundo pop, fique mais fácil mostrar aos japoneses de maneira geral que pode, sim, existir japonês negão.

Tá, zero, já entendi, não tem japonês negão. Qualé a treta?

Mano, na verdade eu não sei direito. Sério. Eu comecei a escrever esse texto cheio de ideias revolucionárias na cabeça e querendo mudar o mundo. Mas a verdade e bem simples: você muda a realidade a partir da sua própria mente. Só isso. Isso é magick, isso é o conceito principal da magia.

Mudar a realidade com a sua força de vontade. “ O mundo é / o mundo está”, tenha isso em mente quando se deparar com os problemas sobre racismo por aí. O mundo é racista ou o mundo está racista? O que você pode fazer para mudar isso? Quantos tijolos você consegue derrubar na parede da ignorância com a sua mente? Não precisa ser muito, talvez um único tijolo, derrubado no momento certo e na parte certa da parede sejam o suficiente para mudar a realidade ao seu redor.

Essa questão sobre Final Fantasy não me incomodava tanto quando eu era moleque, mas passou a incomodar nos últimos anos.

Agora que estou produzindo meu próprio mundo de fantasia eu percebi como a gente pode ser plural nas nossas escolhas e como a gente pode sempre querer mais do mundo ao nosso redor. Para mim, por exemplo, ficou cansativo ler obras de fantasia com os mesmos conceitos-chave e com o mesmo arquétipo de personagem. Eu passei a ficar mais exigente não apenas com as obras de outros autores, mas com o que eu mesmo escrevo.

Quer um exemplo? Na saga “O Baronato de Shoah” os vilões do primeiro livro são um casal homo afetivo, Tesla Wadencliff e Edgar Crow. Tesla possui a habilidade de mudar sua forma física recuperando os corpos de suas antigas encarnações; já Edgar o ama como ele é e vê no amigo alguém que está disposto a tudo para mudar a realidade em que ambos vivem.

Na época em que eu escrevi o livro eu tinha em mente transformar a sexualidade deles em um obstáculo, talvez em um problema na história ou algo que eles deveriam vencer para ficarem juntos. Mas depois de muita conversa com o Erick Santos (meu editor), o Eric Novello (o copy writer) e a Mayara Souza (minha final reader) nós chegamos à conclusão que aquilo não deveria ser um problema, que a sexualidade de um vilão não deveria ser um empecilho para a história, que isso era só um detalhe de um ser humano, e que ser “gay” deveria ser tão relevante quanto ser canhoto. A ideia não era diminuir o personagem, mas mostrá-lo humano com anseios e desejos como quaisquer outros do livro.

Em meio à falta de oportunidades e ignorância que vivemos hoje em dia, é muito importante ser representado na cultura pop. Ter espaço não apenas para admirar cosplays e jogos, mas para se ver ali, ser parte da história e fazer algo importante dentro dela. Eu quero que o cavaleiro negro mate o dragão malvado e quero que o negro em seu título não seja da cor da sua armadura, mas da cor de sua pele. Eu quero que a bruxa negra que vive na floresta seja uma praticante de vodoo, não apenas mais uma cópia esquisita da wycca adaptada para agradar aos paladares menos apurados.

Eu quero que meus leitores sejam diferentes, que sejam desafiados e apresentados a mundos novos em sua leitura. Eu quero errar bastante enquanto escrevo, falar besteira e abrir espaço para discussão.

Eu quero um protagonista negão em Final Fantasy também!

Projetos? Tem projeto sim!

A gente acaba se distanciando um pouco das tarefas literárias quando a vida dá uma guinada maluca de 180 graus três vezes, né?

Acho que a última vez que escrevi aqui eu estava passando uma temporada no Canadá, estudando inglês e psicologia, sem muita certeza do que aconteceria com a minha vida em breve.

Bom, um monte… MONTE de coisas aconteceram nesses últimos meses, algumas boas, outras ruins, algumas excelentes. Mas a vida passa e a gente tem que se policiar para ser escritor e continuar sendo escritor.

Aos leitores do blog: sinceras desculpas pelo sumiço.

Em meio a esse turbilhão de aventuras deu para escrever alguma coisa. A primeira delas é um livro em fase final de revisão chamado “Crônicas da Kabalah”, que tem como personagens principais a sheyvet conhecida como “Sayeret duvdevan – o batalhão das cerejas”.

Este foi um dos livros que eu mais me diverti escrevendo por que ele é um romance fix-up, ou seja, seus contos podem ser lidos em qualquer ordem ou isoladamente, mas juntos eles formam um romance! Passado pouco antes dos eventos descritos em “A Canção do Silêncio” e “A Máquina do Mundo”, o livro é uma ampliação do universo de Nordara.

Meu segundo livro é uma coletânea de todos os contos já lançados no mundo de Nordara. Ainda sem um título muito claro, está em processo de revisão.

Junto a esses projetos deu tempo de pensar em muita coisa, em ampliar meu mundo, conhecer pessoas novas, conceitos novos e mundos novos. Acredito que até o fim de 2015 nós teremos ótimas novidades por aqui, inclusive mais alguns universos literários para vocês se divertirem!

Cuidem-se.

Estou de volta, nerdaiada!

Crônicas da Kabalah

Nesse último mês eu tive bastante coisa pra pensar, ainda mais com essa onda de protestos no Brasil. Sabe, esse é o tipo de assunto que faz você refletir sobre a sua obra, o seu universo, se ver como um dos agentes formadores de opinião e as responsabilidades que isso traz.

Entre muitas brigas e discussões, estou aprendendo. Aprendendo muito sobre democracia, direito, política e responsabilidade.

Aprender sobre isso me deu a ideia geral do Crônicas da Kabalah, um livro que se passaria no mundo de “O Baronato de Shoah”, teria algumas ligações com a Canção do Silêncio, mas, ao mesmo tempo, fosse algo independente, um livro à parte, algo que pudesse contar a história da elite militar, mas sem o envolvimento dos meus personagens principais.

Ao mesmo tempo eu queria que essa nova galeria de personagens sofresse a influência da Canção do Silêncio. Era necessário, sabe? No livro principal eles estão mundando o mundo, entrando em conflitos dignos de “Os vingadores”, enquanto isso outras pessoas estariam passando por problemas, vendo os reflexos do retorno dos Legisladores, do renascimento dos Titãs e de um partido político controlador, mas paternal.

 

Foi mais ou menos assim que surgiu a ideia do Crônicas da Kabalah: com o inuito de mostrar ao leitor que o mundo de O Baronato de Shoah é dinâmico, que enquanto Sehn lutava pela vida no Cenóbio de Ahator, outro menino, longe dali, lutava contra seus demônios internos.

Muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo e todas elas convergindo para um único ponto: o fim do Quinto império e da Kabalah, como você os conhece.

 

Abraços!

Cuidem-se!

Quick post: A manifestação de Toronto

photo (1)Não tenho muito tempo pra falar das Manifestações no geral, mesmo por que você também deve andar sem tempo de ler posts enormes.

Ontem eu estava na manifestação de Toronto, aqui no Canadá. Foi uma coisa bonita, tranquila, pacífica, com famílias brasileiras, canadenses, turcas e , pasmem, JAPONESAS enfiadas lá no meio de uma multidão de aproximadamente 3 mil brasileiros.

 

O que aconteceu? Nós cantamos, marchamos, rimos e conversamos. Nós espalhamos a notícia entre os canadenses, explicamos o que estava acontecendo, tocamos um sambinhaa (que saudade do Brasil!) e gritamos, agitamos e fortalecemos o espírito nacional. Nós cantamos nosso hino, cheio de orgulho e saudade do nosso solo gentil, da nossa pátria.

Veja bem (ops!), houve gritos de protestos contra políticos. Não foi apenas contra a Dilma, como a VEJA INSISTE EM DIZER. Foi contra o Haddad, contra Renan, contra mensalões, curas gays, pec 37, estatuto do naciturno, corrupção… foi contra essa alucinação política que o país vive atualmente e do qual despertou como o Titã que é de verdade.

Não sei deixe enganar, a informação está aí, espalhada pra todo mundo ver, comentada pelas pessoas que ESTAVAM nos locais, que foram até as manifestações e estão envolvidas com ela. O controle da mídia precisa acabar e ela precisa ser confrontada por nós, que queremos informação correta ou, ao menos, comprometida com a vontade do povo e não com a vontade de poucos.

O Brasil acordou? Acordou sim, obrigado. E espalhou seus filhos por todos os cantos do globo. E nós estamos aqui. Estamos longe, mas com vocês. Estamos a um continente de distância, mas nossos gritos, nossa vontade e nossa garra são todas para vocês, irmãos brasileiros.

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