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Barão Zero apresenta: projetos de 2013!

Eu passei o ano de 2012 sem escrever muita coisa… Bom, na verdade eu comecei uma série de rascunhos bizarros, sem sentido ou esquisitos, e talvez aproveite pouca coisa deles.

Ok, foi um ano BEM ruim para mim, e, ao mesmo tempo, foi um ano muito bom. Coisas da vida, né? A gente leva uns tombos, aprende a andar, leva uns tapas, oferece a outra face… e por aí vai…

Do que eu tava falando mesmo? Ah, é! Projetos!

No ano de 2012 vocês puderam conferir dois contos ambientados no mundo do Baronato de Shoah. São eles:

Seolferwulf – que conta a história do nosso querido Diren Grey, a origem de seus pais e sua ligação com Beatrix, a yoresh da Canção do Silêncio.

Ainda não conhece? Você pode adquirir o conto clicando AQUI . Vai direto pro site da amazon (ou copie e cole esse link aqui, ó http://www.amazon.com/Baronato-Shoah-Seolferwulf-Portuguese-ebook/dp/B00AN8CKIO )

O segundo conto “O Monge” conta o que aconteceu em Latig após a fuga de Edgar Crow e o despertar dos Titãs, além de introduzir um pouco da cultura oriental de Nordara.

Curioso? Dá uma conferida no site da Draco

Bom, além dos concretizados eu ainda tenho um projeto para ampliar o mundo de Nordara, apresentando as outras culturas e reinos. O Projeto se chama “Crônicas de Nordara”. Essas crônicas visam enriquecer o cenário do “O Baronato de Shoah” e apresentar aos leitores elementos culturais dos outros reinos e sua relação com o Quinto Império e a Kabalah.

Vamos a eles?

 

CRÔNICAS DE NORDARA:

Qliphoth – a árvore da morte” – ou, simplesmente, o surgimento da anti-kabalah, um grupo que espreitou os bnei shoah por anos e agora vê a chance de derrotá-los. Essa mesma anti-kabalah vai aparecer no “O Baronato de Shoah: a máquina do mundo”, mas é neste conto que você conhecerá sua origem.

Yom Nekamá – dia da vingança”  apresenta outra personagem do Baronato 2, a Stephanye Huygens, uma nabiyim-pistoleira que vai atrás de vingança contra um Titã após sua sheyvet ser assassinada.

Jon Kohler e os malditos” – neste conto somos apresentados a Jon Kohler, um syrian de Latakia que é o líder de um grupo de aventureiros em perseguição a Luther Meinhoff – um ativista zumbi que luta pela igualdade entre vampiros, lobisomens, fadas, feiticeirose zumbis no reino de Latakia.

Raventhor” – um conto ambientado em Eliath, feito para fãs de bárbaros, berserkes, lutas no gelo e na neve, feiticeiros traiçoeiros e deuses arrogantes. Aqui somos apresentados a Erinjhar Farn Eldfell e Cronos Raventhor, dois personagens que se tornarão importantes na saga “O Baronato de Shoah”. Além de descobrirmos a ligação entre os Titãs do Quinto Império e os Deuses de Eliath.

Baumgart –  grito de liberdade” –  fala da atual posição social dos orcs e de como os anões de Ulan Bator os escravizaram após a “Guerra das Gemas” – o período em que orcs e anões digladiaram-se nos subsolo de seu reino em busca de cinco gemas sagradas para seus povos.

Bom, essa é a parte que concerne ao “O Baronato de Shoah”, além disso, tenho outros projetos, praticamente finalizados.

Acho que já falei sobre o Éride por aqui, não? Se você clicar AQUI vai poder saber mais sobre ele. Clica aí, eu espero…

Leu tudo? Firmeza, então, podemos prosseguir…

Em resumo Éride fala sobre os detentores, os filhos dos Deuses, lutando em nosso mundo. (Estou sendo didático, criaturas…)

O Projeto Éride também tem um monte de novidades para vocês, e eu espero que todos eles estejam disponíveis o mais depressa possível. Afinal, quero ver as reações dos leitores ao se depararem com a mitologogia de um jeito bem diferente do usual (durante esse tempo posto mais uns trechos de Éride aqui no site, se vocês se comportarem e darem muitos likes aqui e no Face…)

Vamos ao projeto? Olha aí!

5-SEHN HADJAKKIS previa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PROJETO ÉRIDE

 

O Relato de Jasper – o relato de Jasper é uma noveleta em forma de relato que conta, praticamente, tudo sobre o universo de Éride, pela perspectiva de um humano que vive entre os detentores.

Oeste – esse aqui é um conto ambientado no velho oeste. Salloons, pianos, tiroteio, índios, chapéu, palha na boca… “essa cidade é pequena demais para nós dois”.. sabe esse tipo de coisa? Então, mas com caras que voam, dominam as sombras, disparam raios de energia, controlam a morte e o fogo…

A última lição – mestre e aprendiz, cercados por inimigos no México. Uma história de amizade, coragem, amor, suspense e intriga. Não, pera… na verdade é uma história sobre um velho sacana, uma garotinha MUITO perigosa, e um detentor novato aprendendo a ser guerreiro.

Dragão de Outubro – conto curto, relata a morte de um génos, um grupo de detentores, e do nascimento de um novo génos. Eu sempre choro no final 😦

 

A Aliança das Lágrimas –  por fim, mas não menos importante, o romance de Éride. Mas desse aqui vou manter segredo.

>Éride - Luta pelo Poder

 

 

 

 

 

 

 

 

Wikileaks – Quem são os detentores?

Entrevista coletiva revela que Detentores podem ser experiências genéticas da Segunda Guerra Mundial. Cientistas preveem que os “Filhos dos Deuses” podem se tornar um problema diplomático muito maior que o atual.

Logo que os detentores vieram a público, na década de 90, revelando-se para o mundo muito mais que um problema grego, o G8 organizou uma pesquisa para tentar entender quem seriam aqueles estranhos seres.

James Alrich pouco antes de desaparecer. O sociólogo defendia a convivênia pacífica entre Detentores e humanos.

Uma coletiva de imprensa foi agendada e os maiores jornais do mundo enviaram seus repórteres em busca da verdade. Entretanto, a coletiva foi uma decepção e todos saíram do local com a impressão que sabiam menos do que antes. Os cientias não trataram da Questão Cnossos, nem deram detalhes das habilidades dos “Detentores”, não permitindo que muitas perguntas fossem respondidas.

Há um detalhe nesta coletiva que não pode passar em branco. Apesar dos nomes dos repórteres  e dos cientistas permanecerem anônimos nas transcrições, mais tarde revelou-se que dois dos envolvidos são pessoas conhecidas mundialmente por seu envolvimento direto com detentores.

Jasper Carrouges, o jornalista francês do “Post” que desapareceu há mais de dez anos foi identificado em gravações como “Repórter 1”, enquanto o cientista político, sociólogo e arqueólogo James Alrich, autor do livro “- Éride – luta pelo poder” é reconhecido como o “Cientista 2”.

Na época desta coletiva James Alrich ainda não publicara seus livros, faltava pouco mais de um ano para que ele viajasse à Grécia e descobrisse os manuscritos que o levariam a se tornar o maior especialista sobre Detentores no mundo.

Jasper Carrouges fora incumbido pelo governo francês a investigar um grupo de detentores chamado “Ode à Guerra”, mas nunca retornou ao lar.

Cientistas afirma que detentores são "superiores", mas não sabem quem os criou.

Abaixo, segue a coletiva.

 

Repórter 1 – Qual o risco para a humanidade que os chamados “Detentores” representam?

Cientista 1 – Muitos riscos. Os testes preliminares demonstraram que eles são absolutamente

incrontroláveis e sofrem de uma grande megalomania. Alem disso, são paranoicos ao extremo e não possuem qualquer tipo de compaixão para com os humanos normais como você e eu. Eles são, no momento, o que eu chamaria de “ameaça pública número 1”.

Repórter 2 – O que exatamente são esses “Detentores”.

Cientistas (quase em uníssono) – Ninguém sabe.

Cientista 1 – A hipótese de que eles sejam de outro planeta foi totalmente descartada. Seu organismo é perfeitamente humano, com leves melhoramentos apenas, como musculatura mais condensada e materiais químicos diversos no sangue. Alias, uma probabilidade que é estudada é a de que eles seriam resultados de experimentos executados durante a 2a Guerra Mundial. Não fazemos a mínima idéia de qual dos lados os teria criado e preferimos não arriscar palpites. A ética diplomática nos limita muito neste caso.

Cientista 2 – A nação responsável teria, muito provavelmente, que responder por crime contra a

humanidade.

Repórter 3 – Qual a ligação deles com a mitologia? Não é muito difícil encontrar um “Detentor”

citando termos ou nomes mitológicos. O que eles querem dizer com isso?

Cientista 1 – Definitivamente, não fazemos a menor ideia.

Repórter 4 – Poderiam ter sido os americanos os responsáveis pela criação destes monstros?

Cientista 2 – Preferimos não falar a esse respeito. A próxima pergunta, por favor.

Repórter 5 – Quais são exatamente as habilidades de um Detentor?

Cientista 2 – Não temos uma relação muito completa, mas elas são muitas. E variam de um para o outro. Normalmente eles possuem força ampliada, reflexos sobre-humanos e a capacidade de controlar uma forma de energia estranha que não pôde ser medida por nenhum tipo de aparelho. Além disso existem uma porção de capacidades únicas de cada um deles. Precisaríamos de um estudo muito detalhado e que exigiria muito dinheiro. Só então poderíamos detalhar quais são todas as capacidades do “Detentores”.

Repórter 6 – Existe uma questão que vocês possam responder completamente?(risos generalizados).

Repórter 1 – Desculpe, mas parece a todos nós que vocês estão escondendo alguma coisa. O que vocês podem me dizer a esse respeito?

Cientista 2 – Não temos motivo para esconder nada. O que acontece é que o assunto é algo ainda muito obscuro. Mesmo com meses de estudo ainda nos faltam muitas respostas, que talvez nunca tenhamos.

Éride – o conceito

O cenário de ÉRIDE é uma Terra alternativa, na qual criaturas de grande poder, os Detentores, combatem entre si pelo domínio da eternidade.
Estamos no ano de 2015, em uma Terra que não se difere muito da nossa e poucas mudanças são perceptíveis. Anos se passaram e a humanidade continua mesquinha . A tecnologia alcançou um alto nível, mas apenas alguns poucos possuem acesso a estes benefícios da ciência. O que se tem em termos high-tech é propriedade dos poderosos.
Os pobres estão morrendo e os ricos estão sufocados em seu próprio luxo. As grandes cidades estão mais sujas, as vilas interioranas mais pobres, e o clima de urbanização insuportável. Os personagens principais de nossa trama, os Detentores, vivem entre automóveis e deuses. Não, os Deuses nada podem fazer para nos proteger ou nos salvar. Na verdade, não ligam a mínima. Nascemos de um imprevisto. Nossa raça nunca fora planejada, e agora dominamos uma Terra, outrora, reinada por criaturas bizarras, deuses e detentores.
As lutas são constantes. Eles devem lutar e um dos três lados, Géia, Nix ou Érebo, deve permanecer de pé pronto para governar a Terra no fim da guerra. Isso é a Batalha Primordial. Isso é a Grande Guerra entre as Forças. E ela é grande o suficiente para passar por cima de qualquer coisa.
Isso é a Éride.

Éride – Luta pelo poder

ÉRIDE
éride  – luta pelo poder

Certa vez ouvi sobre eles…
Eram mais que humanos;
Eram menos que deuses.
Passei através de uma parede.
Olhei pela janela.
Fitei-os em seus olhos.
Um tecido místico os cobria.
Uma fúria luminosa feria seus inimigos.
O céu falou-me. Não eram mais do que foram seus antepassados.
Também a relva falou-me. Não seriam menos que os seus sucessores.
Neste exato momento eu soube que na verdade…
Eram mais que os deuses.
Mesmo que seus olhos mostrassem…
toda a fragilidade humana…